Para os que chegaram agora, recomendo a leitura da postagem anterior, em que descrevo os primeiros dias desta jornada.
No sábado estávamos todos lesados, um pouco catatônicos. Amanheceu um lindo dia de sol e fomos almoçar no fabuloso restaurante Lonato, que fica na Avenida das Torres. Conseguimos um belo desconto para a tropa inteira, já que o dono do restaurante é o Guile, roqueiro de carteirinha e dono de restaurante nas horas vagas (acho que o inverso é mais verdadeiro).
Após o almoço fizemos a sesta ali no nosso apê. Tínhamos muitos programas em vista, churrasco na casa do Ivan, churrasco na casa da Tati e do Tarcis, tocar no Motorrad, ir na Festa Pow. Optamos pelo churrasco lá com minha família e resolvemos desmarcar o som no Motorrad, afinal de contas, a Festa Pow é a Pow e, além do mais, não poderia deixar de mostrar aos gaúchos com quantos vinis se faz uma boa discotecagem.
No churrasco, uma grade de cerveja foi pouco. Tivemos que comprar mais. Minha família e os Flutuantes se deram muito bem, ficamos bebendo, tocando, cantando, comendo, nos divertindo muito até as três da matina. Hora de ir pra POW.
Uma pena que nem todos tiveram fôlego para comparecer. Apenas os remanescentes do churrasco, Os Flutuantes e eu, nos animamos a ir. Já embriagados, porém bem animados, nos deparamos com um bafão quente vindo das profundezas do Nico. Entramos no bar, que ainda estava lotado, e já fomos buscar umas cervejas. Na pista, dançamos muito e esta foi mais uma noite em que só chegamos em casa de dia.
Domingão, chuva o dia inteiro. Fomos tocar no John Bull com o Dr. Smith, banda local que acabou de lançar um CD, intitulado Gente Ligada, que dá nome aos domingos do pub. A banda é oátima, os caras são muito competentes e super gente fina, nos receberam muito bem e eu recomendo a todos que compareçam nos próximos domingos por lá, principalmente agora, que o bar está abrindo espaço para bandas independentes que tocam músicas próprias.
Os shows de domingo foram bons! O bar estava vazio, culpa da chuva e do fim de feriado, mas valeu a pena... principalmente porque tomamos um negócio verde com porcentagem alcoólica absurda, que alguns conhecem por Absinto, e ficamos loucos varridos!
Na segunda de manhã os Flutuantes deixaram o solo paranaense rumo aos pampas. A maratona foi cansativa, mas certamente inesquecível. Espero em breve poder escever sobre a nossa ida à Porto Alegre, afinal de contas, se a recíproca não for verdadeira, não terá a mínima graça!